Mistérios do espaço: o que sabemos sobre Buracos Negros e Matéria Escura?

Descubra como esses fenômenos cósmicos desafiam nosso conhecimento sobre o universo

Imagem: Reprodução

Apenas 4% do universo foi catalogado e 96% ainda permanece inexplorado. Os cientistas se desdobram para descobrir a capacidade terrestre de alguns planetas, por exemplo, que se assemelham à Terra, como o Kepler-452b, que pode servir como substituto para nós, algum dia.

Outro ponto que intriga estudiosos, são as recentes descobertas de OSNIS (Objetos Submersíveis Não identificados), nos oceanos, o que pode significar novas explorações mais aprofundadas, além do que a própria NASA já vem realizando para saber e comparar a aparência dos oceanos de outros planetas.

Matéria Escura 

O espaço, é uma obsessão para esses estudiosos, desde que Neil Armstrong, pisou na lua. Então, o que será que acontece com os 96% de território não explorado do universo?

Além de não conseguirmos dispor desse aproveitamento espacial, por conta do oxigênio que lá falta, a matéria ou energia escura, nos impede de ter uma visibilidade e informação ocular, ademais a falta de capacidade de absorção de qualquer tipo de radiação,que é mais um agravante.

Não se sabe ao certo, do que essa matéria é formada, mas há especulações de que sejam um conjunto de estrelas anãs marrons ou buracos negros primordiais e os chamados neutrinos que são partículas massivas.

Apesar da falta de visibilidade, a matéria escura tem uma influência gravitacional que molda o comportamento de muitos corpos celestes, e ela afeta o universo, pois sem ela muitas galáxias e aglomerados de galáxias não teriam se formado em tempo útil.

Buraco negro

Os buracos negros, como citado anteriormente, podem fazer parte da matéria escura e são tão densos,que chegam a ser comparados com uma Terra encolhida. Localizados nos centros das galáxias, seu campo gravitacional é muito forte, o que faz com que nenhuma luz consiga escapar, os deixando invisíveis a olho nú. Ou seja, qualquer matéria orbitando ao redor deles, é sugada.

Em 2019, cientistas apresentaram a primeira foto de um desses fenômenos, que só foi possível pelo auxílio de 8 telescópios em diversos cantos do mundo. Existem os buracos negros estelares e os supermassivos, que são infinitamente maiores do que o primeiro e surgem a partir da morte de uma estrela supernova.

Dessa forma, ambos os fenômenos possuem características que completam o universo, apesar de dificilmente favorecer a exploração humana.

Escrito por Kethelyn Rodrigues, supervisionado por Gabriella Vivere