Imagem: Reprodução/Nuvens Mammatus
Estamos acostumados a receber centenas de notícias por dia, que nos informam sobre o Brasil e o mundo sobre os mais variados assuntos.
Existem inúmeros portais, canais de televisão e organizações que não nos deixam sem saber em relação ao que acontece com o lugar em que moramos. Sem esses intermédios não saberíamos dizer como deveríamos nos proteger da Covid-19, por exemplo, em meados de 2020, já que era uma novidade universal e se alastrou em uma velocidade fora do comum.
O avanço tecnológico junto ao acesso para a pesquisa e os estudos é um fato, porém ainda existem alguns fenômenos que por mais que comprovados nos deixam com pulga atrás da orelha.
Há aqueles também que são uma incógnita e simplesmente parecem ter surgido sem argumentos, como é o caso das marcas de círculos e outros formatos em algumas plantações pelo mundo, que simplesmente não tem uma explicação plausível e levantam muitas especulações, como atividades alienígenas.
Nuvens Mammatus
As nuvens Mammatus têm um aspecto muito interessante que lembram um freezer com muito gelo. São registros meteorológicos de um dia de tempo instável e de tempestades severas ou de que essa chuva está prestes a estabilizar. Essas nuvens se apresentam como cristais de gelo, mas podem ser líquidas ou mistas.
É um verdadeiro festival no céu, principalmente se surgir em um pôr do sol e o nome Mammatus se dá pela derivação do nome em latim “mamma”, justamente por essas nuvens se formarem em baixo de “bolsas”, que se assemelham a seios.
Blood Falls
A Blood Falls ou a cachoeira de sangue está localizada na estação McMurdo na Antártida (EUA). Essa água toda escorre no Lago Bonney. O que ocasiona a coloração avermelhada é o excesso de sal presente e da riqueza de ferro que em contato com o oxigênio gera uma “ferrugem” e o tom de sangue.
Foi avistada pela primeira vez em 1911 pelo geólogo australiano Griffith Taylor e o que mais impressiona, além da cor em contraste com a neve branquinha, é a fluidez e o estado líquido da água apesar do frio intenso. Isso ocorre justamente pela alta salinidade e é muito atraente analisar as fotos.
As cabeças “Moais”
A aparição que talvez tenha causado mais questionamentos e talvez a mais antiga seja as “Moais”, pedras esculpidas em formato de cabeças gigantes, presentes na Ilha de Páscoa no Oceano Pacífico. A civilização Rapa Nui é responsável por essas construções que podem chegar a ter 10 metros de altura e 75 toneladas.
Elas são datadas de 1400 e 1650 no qual estão espalhadas ao longo da ilha e por isso se tornam tão curiosos, pois são megalíticos e se dividem ao redor do local espantando quem encontra. Existem cerca de 1000 moais na região.
O ufólogo Urandir Fernandes é um entusiasta da ciência e da tecnologia e diz acreditar que a natureza é uma nascente para várias descobertas e pesquisas. Segundo ele: “ há mais coisas entre o céu e a terra, do que podemos imaginar. Se o mar e o espaço não foram suficientemente explorados, ainda temos muito mais para revelar”.
Escrito por Kethelyn Rodrigues em orientação de Felipe Lucena