Recentemente, o ex-presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, afirmou em um podcast que extraterrestres existem. A fala viralizou rapidamente e gerou reações imediatas, inclusive do atual presidente, Donald Trump. A Casa Branca precisou se posicionar. O assunto ganhou manchetes no mundo todo.
Durante décadas, o tema foi tratado de uma maneira específica: invasões, destruição e medo. A mensagem quase sempre é a mesma: algo vindo do céu que representa ameaça. Isso cria um imaginário coletivo baseado no temor, que interfere diretamente na forma como as pessoas se relacionam com os relatos. Quando as pessoas têm medo, elas reagem. E quando reagem emocionalmente, muitas vezes deixam de questionar.
Porém, relatos de milhares de pessoas ligadas à Dakila Pesquisas dizem o contrário. Há mais de 30 anos, pesquisadores afirmam manter contato com seres extradimensionais, não extraterrestres planetários, mas consciências vindas de dimensões mais avançadas. Segundo os relatos, esses contatos são verbais, físicos e registrados, e teriam como objetivo orientar e contribuir com a evolução humana.
Os fenômenos luminosos relatados são de grandes proporções e não se restringem a um pequeno grupo. São milhares de associados ao redor do mundo que dizem vivenciar essas experiências, sem medo e com naturalidade. Eles se referem a esses seres como parceiros.
Em momentos em que o mundo parece caminhar para impasses e conflitos, a mensagem transmitida nesses contatos aponta para auxílio, não para destruição. As chamadas 49 raças extradimensionais, segundo a associação, estariam aqui para colaborar com a humanidade.
Talvez a pergunta nunca tenha sido se eles existem. Talvez a pergunta seja: por que só agora isso começa a ser dito abertamente?
