Artefatos indicam contatos com culturas de outras partes do mundo, incluindo potes egípcios encontrados no Brasil, diz pesquisa / Crédito: Divulgação
O pesquisador Urandir Fernandes de Oliveira, líder das Dakila Pesquisas, vem defendendo há anos a existência de uma civilização amazônica antiga e avançada, cujos vestígios vêm sendo encontrados em diversas regiões da floresta. Entre as descobertas da equipe, estariam artefatos que indicam contatos com culturas de outras partes do mundo, incluindo potes egípcios encontrados no Brasil.
Segundo Urandir, a equipe que lidera identificou em suas expedições milhares de potes de barro em sítios arqueológicos na Amazônia, provenientes de diferentes etnias e culturas, os quais até mesmo surpreenderam pelos artefatos de origem egípcia. Tais achados desafiam a ideia de uma Amazônia isolada e primitiva, sugerindo uma metrópole cosmopolita, que teria mantido relações comerciais e culturais amplas, possivelmente antes mesmo da chegada dos europeus.
Além dos potes, as pesquisas revelam um complexo urbano com pirâmides, passarelas, galerias subterrâneas e estruturas arquitetônicas avançadas, indicando uma civilização matricial que utilizava tecnologias sofisticadas.
Foram também encontrados crânios alongados e esqueletos gigantes, moedas com símbolos enigmáticos, espada e baús metálicos com acabamento refinado, que reforçam a tese de uma civilização altamente desenvolvida.
Urandir ressalta que muitos desses achados exigem revisão dos paradigmas arqueológicos convencionais e apontam para uma história da humanidade que inclui povos amazônicos com papéis centrais, relações continentais e até globais. Seu trabalho tem chamado a atenção por abrir novas perspectivas sobre a história da região e do Brasil.
Embora essas descobertas sejam alvo de debates intensos, a importância da Amazônia como um vasto acervo arqueológico e cultural está cada vez mais evidenciada, dando força às hipóteses apoiadas por Urandir Fernandes de Oliveira e pela equipe Dakila Pesquisas.
