Com 1,40m, o chamado “Pé de Rabanabá” pode indicar civilização antiga e desaparecida, indicam estudos / Crédito: Divulgação
O pesquisador Urandir Fernandes de Oliveira, presidente da Dakila Pesquisas, tem apresentado evidências que desafiam a arqueologia tradicional sobre a existência de seres com anatomia incomum na Amazônia, especialmente crânios alongados e esqueletos de tamanho extraordinário. Segundo Urandir, as descobertas indicam uma civilização antiga cujos integrantes não tinham a conformação física comum aos humanos atuais.
Os crânios alongados encontrados medem cerca de 80 centímetros, enquanto os corpos desses seres atingiam cerca de 4,5 metros de altura, bastante superiores às estaturas humanas convencionais. Além disso, há registros de pegadas fossilizadas com mais de dois metros, sugerindo criaturas que poderiam ter entre 12 e 14 metros de altura. Esses dados fazem parte dos vestígios da chamada cidade milenar de Ratanabá, considerada a “Capital do Mundo” em tempos remotos por essa linha de pesquisa.
Urandir aponta que esses seres poderiam ter sido parte de uma raça ancestral dotada de alta capacidade intelectual e tecnológica, talvez ligada a civilizações de origem extraterrestre ou a antigos habitantes do planeta que influenciaram a história da humanidade. O pesquisador menciona ainda que algumas dessas populações poderiam ter deixado assinaturas presentes em várias partes do mundo, como na África e Índia, o que sugeriria contato e ampla dispersão.
As descobertas envolvem artefatos como moedas, baús, espadas metálicas, além dos próprios crânios e esqueletos, reforçando a hipótese de uma cultura avançada que prosperou na Amazônia antes da chegada das sociedades contemporâneas.
Urandir Fernandes de Oliveira defende que a pesquisa deve ser levada a sério e aprofundada, pois pode transformar radicalmente nossa compreensão sobre a origem e diversidade da vida humana no planeta, desafiando paradigmas estabelecidos e abrindo portas para novas descobertas.
